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«[Esta renovação] era muito importante, o Rodrigo é um jogador em quem acreditamos muito. É um jovem da casa, diferenciado, alguém em quem a aposta é grande, com créditos firmados e estamos muito satisfeitos por termos chegado a um acordo fácil», revelou o antigo central portista e agora diretor do futebol profissional na era de André Villas-Boas, aproveitando para reforçar que se trata de um caminho para o futuro do clube: «Queremos criar as condições necessárias para que a aposta na formação seja uma realidade e aproveitar os muitos talentos que temos».

Já Andoni Zubizarreta, diretor desportivo dos azuis e brancos, destacou a expressão do jovem jogador no momento da renovação: «O sorriso que esboçou demonstra o significado deste momento para um adepto que tantos viu jogar. É importante para o clube demonstrar atenção pelos miúdos, pela ideia de jogo, porque o Rodrigo representa aquele estilo de querer ter sempre a bola. Tem todo o futebol profissional para crescer, para se desenvolver e ter dias muitos bons com os adeptos no Dragão».

Tal como Jorge Costa, Zubizarreta olha para esta renovação como uma mensagem de futuro para a formação do FC Porto: «É para todos perceberem que as possibilidades existem. O presidente disse na campanha que queria apostar no talento jovem, que queria ser competitivo e não é preciso explicar ao Rodrigo o que significa representar o FC Porto. O público pede-lhe para jogar bem, para trabalhar e ser comprometido quando veste a camisola. É importante para todos talentos que temos na formação verem que o projeto está definido e que queremos abrir-lhes as portas para poderem prosseguir a carreira».

E prosseguiu: «Temos jogadores como ele, no plantel principal, que têm a possibilidade de estar nesse ritmo de primeira equipa, que é um bocadinho mais alto do que o da equipa B. Há mais exigência, a velocidade é maior, o ritmo e a intensidade também. Estamos atentos e prontos a dar aos jovens a oportunidade de defender esta camisola.»

Rodrigo Mora prepara-se assim para ser aposta forte de Vítor Bruno em 2024/25 depois de, na temporada passada, ter feito quatro golos e duas assistências em 29 partidas na Liga 2 ao serviço da equipa B, tendo também sido o melhor marcador da Youth League, a par de Chiakha (Copenhaga), com sete tentos em nove encontros. O jovem de 17 anos vai passar a ter uma cláusula de rescisão de 45 milhões de euros, no entanto, para o ano, quando fizer 18 anos, vai voltar a ver aumentada a extensão do contrato por mais épocas e o valor da cláusula voltará também a subir, de forma substancial, portanto, muito superior aos valores atuais.